Campos Salles Pres

EMEF - Escola Municipal de Ensino Fundamental (Escola Pública Municipal)

Etapas de Ensino
  • Educação de Jovens e Adultos - Supletivo
  • Ensino Fundamental
  • Telefone
    (011) 2940-4131 // 2947-6723
    Endereço Rua Cavalheiro Frontini, 87
    Sao Joao Climaco
    São Paulo - SP
    CEP: 04231-030

    Links Externos

    Etapas de Ensino

    segundo dados do Censo/2018

    Infraestrutura

    segundo dados do Censo/2018
    • Alimentação escolar para os alunos
    • Água filtrada
    • Água da rede pública
    • Energia da rede pública
    • Esgoto da rede pública
    • Lixo destinado à coleta periódica
    • Acesso à Internet
    • Banda larga

    Equipamentos

    segundo dados do Censo/2018
    • TV
    • DVD
    • Antena parabólica
    • Copiadora
    • Impressora
    • Aparelho de som
    • Projetor multimídia (datashow)
    • Fax
    • Câmera fotográfica/filmadora

    Dependências

    segundo dados do Censo/2018
    • 11 salas de aulas
    • 83 funcionários
    • Sala de diretoria
    • Sala de professores
    • Sala de recursos multifuncionais para Atendimento Educacional Especializado (AEE)
    • Quadra de esportes descoberta
    • Cozinha
    • Banheiro dentro do prédio
    • Banheiro adequado à alunos com deficiência ou mobilidade reduzida
    • Dependências e vias adequadas a alunos com deficiência ou mobilidade reduzida
    • Sala de secretaria
    • Almoxarifado
    • Pátio coberto
    • Pátio descoberto

    Indice do IDEB da escola

    Ano Ideb Projeção Ideb Município Ideb
    2005 3.0 - 3.9
    2007 3.0 3.0 3.8
    2009 4.0 3.0 4.0
    2011 3.0 3.0 4.2
    2013 4.0 4.0 4.2
    2015 4.0 4.0 4.3
    2017 0.0 5.0 5.4
    2019 - 5.0 5.6
    2021 - 5.0 5.9

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    Comentários

    Enviado por: Joao

    https://mapasapp.com/…/…/sao-paulo-sp/9668-sao-joao-climaco/
    Você conhece o bairro de São João Clímaco, na zona Sul de São Paulo? Sabe precisar suas divisas? Sabe das dificuldades que alguns moradores encontram para se locomoverem no bairro? Sabe do impacto negativo do fechamento da Rua Cavalheiro Frontini e da Praça do Largo de São João Clímaco para a comunidade? E sabe que o bairro está sendo desarticulado em virtude da omissão de sua História nos registros disponibilizados ao público, com evidente manipulação de sua identidade e memória e, sobretudo, por decisões políticas muito equivocadas?
    Atenção:
    Observe que o mapa atual de São João Clímaco tem a forma de um "V" virado à direita, isto é, tem dois eixos que se articulam muito perto da área que corresponde ao chamado irresponsavelmente Complexo Educacional Unificado (CEU) Heliópolis Profª Arlete Persoli.
    O eixo que se estende pela Rua Cavalheiro Frontini e adjacências contornadas pela Rua Any é mais residencial, enquanto que, no outro eixo, o que se estende pela Estrada de São João Clímaco, incluindo a Rua São Silvestre, localiza-se a zona mais comercial do bairro: farmácias, clínicas, bancos, padarias, supermercados, lanchonetes, restaurantes, casas de ferragens, de materiais de construção, papelarias, bazares, armarinhos, sapatarias...
    No projeto de obra do complexo, após a incorporação da Praça do Largo de São João Clímaco e um trecho da Rua Cavalheiro Frontini, deixou-se disponível um pequeno acesso à rua Cavalheiro Frontini, um portão que permitia a passagem dos moradores de um lado a outro do bairro. No entanto, do dia para a noite, fechou-se este pequeno portão, deixando o CEU totalmente de costas aos moradores da parte residencial de São João Clímaco... (para que logo alguns defensores do projeto saiam à imprensa vangloriando-se de defenderem a “escola aberta”, dizendo que derrubaram muros e avançaram na integração da escola com a comunidade... tal é a hipocrisia!). A escola nunca esteve tão isolada da comunidade como depois da construção do CEU e instalação do gradil que cercou a praça e a via públicas.
    Basta uma vista rápida no mapa para se dar conta do disparate e insensibilidade. Ao fechar com grades toda a imensa lateral do complexo pelas ruas Luís Abbondanza e Cavalheiro Frontini, além de problematizar a comunicação e desarticular os dois eixos do bairro, a administração foi mais longe em seu desrespeito à comunidade, pois o CEU se localiza numa pendente muito acentuada e, já não havendo acesso para os moradores do eixo residencial, estes devem fazer um esforço muito maior para chegarem ao comércio, um esforço de locomoção que, para alguns, lhes supõe um obstáculo praticamente intransponível, especialmente para os idosos, e isso sem falar do direito de uma comunidade a ter preservadas sua memória e identidade. Por certo, vejamos o que diz a legislação municipal sobre a denominação e a alteração da denominação de logradouros e instalações municipais, Lei n° 14.454, Art. 6º, de 27 de junho de 2007:
    “Observadas as condições do art. 5° desta lei, a seleção do logradouro ou logradouros, cujas denominações devam ser substituídas, deverá ocorrer de FORMA A CAUSAR O MENOR INCONVENIENTE PARA A CIDADE, considerando para tanto, conjuntamente, O SEU SIGNIFICADO NA MALHA VIÁRIA, A SUA NOTORIEDADE, O SEU VALOR HISTÓRICO E ANTIGUIDADE E A DENSIDADE DE EDIFICAÇÕES, EM PARTICULAR, NÃO RESIDENCIAIS”.
    E ainda que caiba reconhecer que o projeto do CEU teve acertos, como a ampliação do número de instalações e da área do equipamento público educativo, se fosse melhor gerido, poderia recuperar sua importante função na união e construção da paz na comunidade.
    O problema está no uso político que se fez do projeto, incorporando uma escola, rua e praça pública de grande valor histórico (a escola foi uma das primeiras da rede municipal, inaugurou-se em galpões de madeira onde se localizava a praça incorporada). E, como se não tivesse sido suficientemente grave "passar o trator" numa área que representa um patrimônio histórico e ambiental e fechá-la à comunidade, ainda outorgaram ao complexo o nome da comunidade vizinha e de uma professora alheia à origem da escola. Tudo feito de forma muito precipitada, sem nenhum aprofundamento: após duas semanas do falecimento da referida professora, já havia um processo na Câmara dos Vereadores para outorgar seu nome ao CEU. Estes fatos revelam interesses eleitoreiros e marcado cunho personalista em tal decisão, tendo um impacto muito negativo na configuração urbana, no sentido de união, na memória e na própria identidade do bairro, o que fere gravemente a referida Lei 14.545. Os defensores do projeto do CEU e de sua denominação atual tentam ludibriar a opinião pública dizendo que criaram um “bairro educador”! Ora, como dissemos, São João Clímaco é um bairro pioneiro na educação pública, com várias escolas cuja origem se remonta aos anos 50, e mais especialmente desde 1957, ano da fundação das Escolas Agrupadas de São João Clímaco, atual EMEF Campos Sales, por um pequeno grupo de professores, entre os quais o professor João Bernardo, que contribuiu para a criação do próprio ensino público municipal de São Paulo.
    Ele dirigiu esta escola até 1987 e, durante os 30 anos de sua gestão, promoveu a integração das comunidades de São João Clímaco e Heliópolis, procurando desenvolver entre elas uma consciência coletiva, fomentando ações educativas solidárias e assistenciais, assim como atividades artísticas, esportivas e de recreação. No início dos anos 70, logo da chegada das primeiras famílias aos campos de terra batida que se estendiam das proximidades do Hospital Heliópolis até a garagem e oficinas da prefeitura contíguas à escola, o professor João Bernardo iniciou uma campanha para o acolhimento da nova comunidade que se formava, dando origem ao bairro Heliópolis. Ele abriu as portas da escola às famílias para que se integrassem e para que seus filhos tivessem acesso à educação pública, prestando-lhes solidariedade e apoio, após terem sido desalojadas pela prefeitura das regiões ocupadas na Vila Prudente e Vergueiro. Do mesmo modo, junto com outras lideranças da comunidade, entre elas o padre Benno Hubert Stollenwerk da Paróquia de São João Clímaco, participou ativamente da luta pelo saneamento básico e pela chegada da água encanada e luz às áreas desatendidas de São João Clímaco e Heliópolis, além da luta nos anos 50 pela pavimentação das principais vias.
    No entanto, na documentação registrada tanto nos relatórios do CEU, no projeto de obra, como no PL 461/2014 que deu origem à atual denominação do complexo, omite-se toda referência ao passado do bairro de São João Clímaco, ao pioneirismo do professor João Bernardo e da escola Campos Salles no ensino público municipal, fazendo parecer à opinião pública que foi só após 1995 que se promoveu a integração entre escola e comunidade.
    Aliás, se o bairro ainda resiste à manipulação da memória e da identidade é, em grande medida, graças ao trabalho do professor João Bernardo, na educação e no movimento popular, e do padre Benno Hubert, no cultivo do sentido de união e fraternidade entre a comunidade. Sem dúvida, ambos foram personalidades fundamentais para o desenvolvimento desse bairro educador que tem na EMEF Campos Salles, a praça do Largo de São João Clímaco e a Paróquia de São João Clímaco um ponto de unidade, de articulação... sem elas nem Heliópolis nem São João Clímaco existiriam hoje.
    Por respeito à memória e à identidade da comunidade, não há dúvida: ao complexo educacional inaugurado em 2009 em São João Clímaco cabe outorgar o nome “CEU SÃO JOÃO CLÍMACO PROF. JOÃO BERNARDO”!
    Rogamos a participação de todos na nossa ação popular para instar a mudança do nome CEU Heliópolis para “CEU SÃO JOÃO CLÍMACO PROF. JOÃO BERNARDO”, e solicitar às autoridades a liberação do acesso da comunidade à rua Cavalheiro Frontini e à praça do Largo de São João Clímaco, São Paulo. Agradecemos o apoio assinando, comentando e divulgando o abaixo-assinado http://chn.ge/2x2Ujrk e curtindo, seguindo e compartilhando os conteúdos da nossa página https://www.facebook.com/CEUPROFJOAOBERNARDO/
    Muito obrigado.